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ACM Neto denuncia “ação orquestrada” na eleição e acusa PT de criar cortina de fumaça

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Por admin_fpdel8zj•

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O candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) denunciou publicamente o que classificou como uma “ação orquestrada” para interferir no resultado do pleito e associar seu nome a irregularidades de forma indevida. A manifestação ocorreu após a repercussão do pedido de busca e apreensão da Polícia Federal ter sido negado por Nunes Marques, após vazamento seletivo de informações sobre a Operação Overclean, iniciada em dezembro de 2024. . O ex-prefeito enfatizou que, ao longo de quase dois anos de apurações, jamais foi constatada qualquer conduta ilícita de sua parte, ressaltando ainda que os fatos mais recentes da investigação envolvem contratos em Belo Horizonte, estado onde afirma nunca ter exercido atividade política.

“A Justiça impediu que se consumasse um fato absurdo que tentaram fazer contra mim. Um novo episódio torna ainda mais claro uma ação orquestrada para interferir no processo eleitoral”, destacou o ex-prefeito. De acordo com ele, o episódio integra uma estratégia da reta final de campanha para criar uma “cortina de fumaça” e encobrir denúncias contra lideranças do PT baiano. Neto acusou adversários de instrumentalizarem instituições estaduais por interesses próprios para tentar reverter a consolidação de sua candidatura nas urnas. Diante desse cenário, ele confirmou ter acionado a Justiça com um processo por calúnia contra o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e reiterou que responderá a todas as insinuações no campo judicial.

Apesar dos desdobramentos, Neto assegurou que manterá a agenda de compromissos inalterada e seguirá em percorrida pelo estado até o primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O candidato reforçou sua intenção de enfrentar o grupo político que comanda o Poder Executivo baiano há duas décadas, mantendo o foco do diálogo com o eleitorado no debate sobre propostas e na pauta de mudança para a gestão estadual.